quarta-feira, 25 de julho de 2012


CLÁUDIO MARTINS
Cláudio MartinsCláudio Martins nasceu na cidade de Barbalha, Ceará, no dia 10 de maio de 1910 e faleceu em Fortaleza em 17 de junho de 1995, com 85 anos de idade.
Bacharel pela Faculdade de Direito do Ceará, em 1937, foi notário público, professor das Faculdades de Direito e Ciências Econômicas da UFC.
Especialista em Elementos de Finanças e Legislação Fiscal, participou de vários governos como titular das Secretarias Estaduais de Administração, de Educação e da Fazenda. Membro e presidente do Conselho Estadual de Educação do Ceará.
Poeta de original e delicada inspiração, publicou os seguintes livros de poesias: Poemas, 1962; 30 poemas para ajudar, 1969, em parceria com Antônio Girão Barroso e Otacílio Colares; Viagem no arco-íris, 1974, em parceria com Milton Dias; Metamorfose, 1977 (poesia); Sonetos e trovas, 1981; Sonetos descartáveis, 1983; Rimas sem rumo, 1986; Rimas presas, 1986; Rimas ao acaso, 1988; Reincidência - de Beaudelaire a Petrarca, 1991; Vaivém (sonetos e trovas), 1991; e Teimosice, 1994.
Possui extensa obra sobre temas de sua especialidade, tais como: Elementos de Finanças e de Legislação Fiscal, 1ª ed. 1942 e 2ª ed. 1944; Normas gerais do Direito Tributário, 1969; Introdução ao Estudo das Finanças Públicas, 1970; e Direito Notarial, 1974.
Pertenceu ao Grupo Clã. Recebeu a Medalha José de Alencar e o Troféu Sereia de Ouro.
Ingressou na Academia Cearense de Letras no dia 10 de janeiro de 1969 na vaga deixada por Cursino Belém de Figueiredo, ocasião em que foi saudado pelo poeta Otacílio Colares.
Ocupou a cadeira número 31, cujo patrono é o filósofo Farias Brito.
Foi eleito presidente da Academia em 1975, tendo permanecido na direção do sodalício até 1992.
Teve uma gestão profícua, dando um grande impulso aos programas culturais da entidade.
Graças a sua iniciativa o Palácio da Luz passou a ser a sede da Academia Cearense de Letras. Foi membro do Instituto do Ceará

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